Filmes

Nos últimos tempos tenho-me dedicado um pouco mais ao cinema, pois com o meu grande vicio em boas séries que ando a acompanhar, os filmes começaram a ficar um bocadinho para segundo plano, portanto decidi que estava na altura de prestar um bocadinho mais de atenção ao que tem andado por ai e estes três foram os últimos que vi.




Argo baseia-se numa história verídica sobre o resgate de seis funcionários da Embaixada Americana que aconteceu no Teerão em 1979/1980. Nesta altura o edifício foi ocupado, e estas seis pessoas fugiram e esconderam-se na residência do embaixador canadiano. Depois disto começa uma corrida contra o tempo, numa  extracção elaborada pela CIA, que implicava fazer passar os seis americanos por uma equipa canadiana de cinema no Irão, em missão de reconhecimento para a produção de um filme de ficção cientifica chamado Argo. O filme é produzido por Ben Affeck que também participa num papel principal muito coerente, e conta não só com um óptimo roteiro como com excelentes actuações de Bryan Cranston, Alan Arkin e John Goodman. Apesar das opiniões não serem consensuais quanto ao filme, eu gostei de todo o enredo e do frio no estômago que o filme nos provoca até ao último minuto. 


Este talvez seja dos filmes mais comentados dos últimos tempos, principalmente por ter sido nomeado para os Óscares. É um drama romântico com uma boa história, com boas e inteligentes doses de comédia, e veio provar que é possível fazer um filme romântico, sem cair nas fórmulas repetidas de tantos outros. O que mais me agradou, é que em Silver Linings, o final é praticamente o menos importante, mostrando que a jornada para lá chegar é o verdadeiro foco deste filme.  
Gostei especialmente da interpretação de Robert de Niro.


Tenho a dizer que graficamente este filme impressionou-me muito, principalmente porque não foi produzido nos grandiosos estúdios de Hollywood, mostrando assim que é possível termos bons filmes ao nível da imagem fora dos EUA. As sequências que retratam a chegada do tsunami à costa e o rasto de devastação que é provocado em poucos minutos são claramente dos maiores atractivos deste filme, juntando a isto o facto de estarmos perante uma história verídica temos um filme que claramente nos mexe com os sentidos.
No entanto, apesar de ter gostado do filme e de ter largado umas quantas lágrimas, não deixei de ter a sensação que tudo aconteceu muito depressa, que se quis contar e colocar muito drama de uma só vez e que a sequência das coisas acontece em fast forward. 
Realço as interpretações de Naomi Watts e do jovem  Tom Holland que tem uma participação irrepreensível e que nos deixa muitas vezes de coração nas mãos. 

7 comentários :

  1. Acabei de escrever sobre o Silver Linings Playbook, vai ler para veres como estamos em sintonia :) Concordo imenso contigo!
    Ainda não vi o Argo e o The Impossible também não. O Filipe diz que acha que eu vou chorar baba e ranho no The Impossible ahah :)
    Gostei muito de ler Vânia, devias fazer isto mais vezes :)

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    1. Estamos em sintonia portanto:-) É possível que chores no The Impossible, há ali cenas que marcam principalmente se mantivermos presente que a história é veridica:-) Beijinhos

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  2. O 1º ficou a meio - minha culpa, que decidi vê-lo à noite e adormeci... tenho que o terminar! -, o 2º gostei sem achar espectacular e o 3º tenho que ver!

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  3. Ainda só vi o Silver Linings Playbook e adorei! Nunca pensei que o Bradley Cooper conseguisse fazer uma coisa destas (muito menos ter uma nomeação para um Óscar). Os outros dois estão na minha lista, mas o tempo anda curto...

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  4. Já vi os três e gostei muito do Argo e do Impossivel, já o Silver Linings Playbook não me agradou nadica :S

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  5. Eu só vi ainda o último (falei há pouco no blog também!) e gostei imenso do filme, acho que está brutal!!

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  6. Já opinei em relação a todos :) Há coisas que concordo, outra que não.
    Beijinho.

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