Pessoas com gatos chamadas à recepção


Ora portanto em Agosto vou ter um pequeno peludo de olhos azuis a partilhar a vida e a casa connosco e ando num estado de euforia brutal. A verdade é que os únicos animais que tive na vida foram duas tartarugas que comiam chouriço e fiambre e que se tornaram estupidamente grandes, por isso tiveram que ser colocadas num local onde puderam viver uma vida tranquila e com espaço.

Assim sendo ando em modo pesquisa de tudo, não só online como em lojas, mas chego à conclusão que comprando online fica sempre muito mais barato, como por exemplo a ração royal canin baby cat que estava ontem a 30€ numa pet shop e pela net com oferta de portes encontro por 20€ (e não não é ração do chinês).

Já tenho quase tudo o que o pequenote vai precisar escolhido e pronto para comprar e a minha única e grande dúvida reside na areia e na sílica. Por mais que leia não me consigo decidir, e se por um lado dizem que a sílica é bem melhor não só para a saúde do gato como pela higiene, por outro faz-me confusão que só seja necessário mudar a sílica uma vez por mês, ou melhor dá jeito mas será que é mesmo assim?

Portanto quem tenha gatos, acuse-se e dê a sua opinião sobre este assunto. Esta futura dona de um quatro patas agradece muito.

Gelado de Morango caseiro






Ingredientes
400 g de morangos maduros (limpos e sem pé)
500 ml de natas para bater
275 g de açúcar

Como fazer
Triturar os morangos com o açúcar.
Bater as natas até que estejam firmes.
Misturar 1/3 da nata com a polpa de morango.
Incorporar a nata restante aos poucos, evitando que a mistura perca volume.
Verter num tabuleiro e levar ao congelador até que esteja firme.
Consumir preferencialmente até 3 dias.

Sushi Time



Sempre gostei de sushi, não posso dizer que me tenha apaixonado logo na primeira prova mas com o tempo fui ficando realmente viciada, ao ponto de comer pelo menos uma vez por semana.

Há cerca de um ano apanhei uma gigante intoxicação alimentar por causa de sushi e só de ouvir a palavra ficava com náuseas e nem me conseguia imaginar a voltar a tocar em tal comida.

Entretanto à cerca de duas semanas, sem pensar muito nisso surgiu-me uma estranha vontade de voltar a comer, por isso este sábado voltei a provar e a apreciar estas maravilhosas iguarias japonesas.

Utilizando a aplicação Best Tables que já aqui falei anteriormente, onde podemos não só descobrir restaurantes novos como aceder a promoções mesmo muito boas e fazer logo a reserva no restaurante, descobrimos que o famoso restaurante Estado Liquido tinha uma promoção de 36 peças para duas pessoas a 20€ sendo o preço sem promoção de 49€.

A verdade é que há muito tempo que queria conhecer o Estado Liquido, sempre ouvi falar bem e uma vez que estava a voltar depois de uma péssima má experiência noutro local, tinha que ser mesmo com qualidade, por isso rumámos sábado à noite a este espaço com uma decoração maravilhosa, empregados simpáticos e prestáveis, peixes carpa koi a nadarem debaixo do chão de vidro e sabores maravilhosos de sushi e sashimi.

Para além da grande qualidade da comida, bebi um batido de brócolos, lima e maçã, que se não me tivesse sido aconselhado nunca teria bebido pois odeio brócolos mas asseguro que tem um sabor maravilhoso e será para repetir em casa.

Portanto é oficial, reatei a minha relação com o sushi e estou novamente in love.

Show & Tell #11: Rita Rosa Pico - Make up Artist



"Bom dia, Lolly Tasters!
Fiquei bastante feliz com o interesse que a Vânia demonstrou pelos projectos que tenho desenvolvido. É bom quando reconhecem o nosso trabalho, e muito melhor quando quem o reconhece tem um amplo conhecimento das pessoas que constituem a criatividade do nosso país.

O gosto que desenvolvi por esta área, na qual exerço a minha actividade profissional na actualidade, teve origem numa outra disciplina: o teatro. Em 2008 concluí a minha primeira licenciatura em Teatro: Design de Cena na Escola Superior de Teatro e Cinema. Foi no mesmo ano que, em ambiente académico, tive a minha primeira experiência com a caracterização numa encenação de Play, de Samuel Beckett. Nesta encenação cabia-me a tarefa de desenhar toda a cena – da cenografia aos figurinos, adereços e caracterização. Não foi um trabalho de caracterização excepcional, mas uniformizou a linguagem cénica que tinha criado – e foi o trabalho que marcou o início de uma nova era profissional.




Acabei por me formar entre 2009 e 2010 em Maquilhagem Profissional e em Caracterização e Efeitos Especiais, no Atelier Visual Mais sob a mestria da caracterizadora Dulce Monteiro. Um anos depois iniciei a minha actividade de caracterizadora na estação televisiva Sport TV, que continuo a exercer.
Concomitantemente integrei outros projectos do cinema ao teatro, às pinturas corporais e faciais, passando pela maquilhagem social, e terminando na fotografia criativa!

No início do ano corrente, conhecendo já o Luís Louro há cerca de 15 anos, deparei-me com o seu novo projecto num álbum da rede social Facebook. O Louro, como é conhecido no meio profissional – autor de banda desenhada e fotógrafo de natureza – tinha iniciado um novo projecto intitulado Luís Louro Creative Studio. As fotografias que iam sendo publicadas deliciavam-me. Peguei no telefone, liguei ao Luís Louro e disse-lhe “eu quero fazer parte disto!”. Assim foi.

Este projecto que mantenho em paralelismo com outros trabalhos, faz-me crescer o portefólio a cada encontro no estúdio. Mas mais do que este portefólio que vai sendo visto um pouco por todo o território cibernético, o Creative Studio faz-me crescer a vontade de criar: caracterizar personagens que contam histórias de anos num só frame, através de adereços, figurinos e caracterizações.

No disparo de uma das fotografias, no estúdio do Louro, senti-me petrificada com as emoções que me invadiam. Fiquei arrepiada com a imagem que tínhamos construído e disse “ela esperou 100 anos por este disparo”. A dramaturgia de um frame tem um grande valor.



Os projectos futuros são inúmeros e as ideias atropelam-se cada vez que falamos ao telefone. Está a ser uma grande conquista a nível pessoal e profissional à qual pretendo continuar a reservar boa parte do meu tempo.

Para que melhor possam conhecer estes e outros trabalhos, deixo-vos os links. Gostaria imenso que fossem seguindo as publicações. 
Obrigada pela vossa atenção!"

Para conhecerem mais do trabalho da Rita podem visitar aqui e aqui




DIY - Recycled Jars






Já não é a primeira vez que publico aqui DIY com jarras e outros recipientes que à partida iriam para o lixo, mas que com um pouco de imaginação podem tornar-se bonitos objectos de decoração sem se gastar muito dinheiro.

Encontrei este projecto quando andava em busca de inspiração para um trabalho e fiquei com uma enorme vontade de dar vida a um frasco de azeitonas que tenho para ali a acabar, portanto acho que no fim de semana vou dar asas à imaginação.

Quem quiser fazer o mesmo é ver aqui

Tarte de Maracujá


foto e receita daqui


Para cerca de 6 a 8 pessoas:

Ingredientes para a massa:
150 g de farinha de trigo T55
50 g de açúcar
70 g de manteiga fria
1 gema
30 ml de leite
½ colher de chá de essência de baunilha

Ingredientes para creme de maracujá:
200 ml de natas para bater (com cerca de 32%-35% M.G.)
100 g de polpa de maracujá
145 g de açúcar
3 gemas
1 ovo
15 g de amido de milho
30 g de açúcar para queimar

Preparar a a massa:
Untar levemente com manteiga e forrar com papel vegetal uma forma com cerca de 22 cm de diâmetro.
Misturar o açúcar com a farinha.
Juntar a manteiga e trabalhar com a ponta dos dedos até obter uma mistura granulosa, ou colocar num robot de cozinha e “pulsar”.
Misturar o leite com a gema e adicionar à massa, sem amassar, mas pressionando a massa até ficar unida, ou “pulsar” novamente no robot de cozinha até que os ingredientes comecem a unir-se, retirar a massa do robot e unir com as mãos.
Embrulhar a massa em película aderente e refrigerar durante cerca de 30 minutos.
Pré-aquecer o forno a 180º C.
Retirar a massa do frigorífico e estender sobre uma superfície ligeiramente enfarinhada.
Forrar a forma com a massa.
Picar várias vezes com um garfo a base e os lados da tarte.
Cobrir a massa com uma folha de papel vegetal e colocar contas para assados sobre a base. (Também se pode usar arroz, grão, feijão, etc)
Levar ao forno durante cerca de 12 minutos.
Retirar o papel e as contas e cozer por mais 10 minutos ou até estar levemente dourada.
Retirar do forno e deixar arrefecer completamente sobre uma grade de pastelaria.

Preparar o creme de maracujá:
Num tacho, colocar as natas e levar ao lume até ferver.
Numa tijela, misturar o amido de milho com o açúcar e depois a polpa e os ovos.
Adicionar a mistura às natas e levar ao lume, mexendo constantemente, até ferver e engrossar.
Retirar do lume, colocar numa taça e tapar com película aderente rente à superfície e deixar arrefecer.
Espalhar o creme sobre a tarte e refrigerar.
No máximo, uma hora antes de servir, polvilhar com açúcar toda a superfície da tarte e queimar com um maçarico.

Celebrate Love


 









Sábado foi dia de celebrar o amor entre dois grandes amigos. 
As cadeiras e mesas deram lugar a toalhas, almofadas no chão e puffs onde os convidados se sentariam para jantar. Somente os pais e avós ficaram em mesas.
Os vestidos mais formais, saltos altos e homens de fato deram lugar a havaianas, sandálias calções e roupas leves.
Os noivos surgiram juntos, ambos de branco e descalços.
O fotógrafo chato deu lugar a vários amigos com queda para a foto que iam gravando os momentos.
Haviam camas de rede, camas com mosquiteiros e velas para descansar mais à noite.
Os típicos empregados de catering deram lugar a cada um servir-se como e quando quiser numa espécie de almoço/jantar volante.
O tema era picnic, e foi com simplicidade, sorrisos e muito amor que vi duas pessoas que me são muito queridas mesmo se casarem este sábado.
Gosto de casamentos assim, sem pretensões, sem muitos rebicoques e onde estão aqueles, os que realmente importam e fazem parte de uma história.
Para mim foi sem dúvida o casamento mais bonito a que já fui.
Aproveito também para agradecer à maravilhosa profissional que me fez uma maquilhagem súper natural e um apanhado maravilhoso que irei reproduzir no meu dia a dia muito mais vezes.

Boa semana

Branding The Collective










Trabalho da designer Kasia Kurek para uma mercearia que quis mudar a sua imagem e mostrar-se ainda mais tradicional e com produtos de qualidade.


Show & Tell #10: Eliseu Gouveia - Autor de Banda Desenhada



"Algures no final do 9º ano lectivo, andava eu na Emídio Navarro de Almada,  a professora de francês decidiu um dia não dar matéria. Bons tempos.
Tínhamos um colega exímio a disparar curtas a meio da aula a quem ela cedeu o pódio.
Durante os próximos 40 minutos, o nosso amigo conseguiu pôr a turma inteira, professora incluída, a chorar a rir. Gargalhadas desbragadas. 
Desde então, sou um admirador de contadores de histórias, comediantes de “stand up” e outros artistas do improviso.
Para minha suprema infelicidade, nunca consegui captivar uma plateia.
Sou o tipo menos carismático que jamais encontrarão. Felizmente fui agraciado com três sobrinhas demasiado novas para se aperceberem disso, de modo que aproveito qualquer oportunidade para lhes  impingir mais uma das minhas historietas..

Sou um contador de histórias. 
Banda Desenhada é apenas o veículo do crime, como podia ter sido a escrita ou o cinema, se tivesse um tusto para comprar uma máquina quando era puto.
Não reclamo, gosto da simplicidade.Uma folha em branco, uma lapiseira, borracha e imaginação.
Demasiados anos nos braços concretos da engenharia electrotécnica inculcaram em mim um tique para a planificação meticulosa dos mundos que crio.
Adoro saborear pequenos detalhes como o formato das moedas no anime “Wings of Honneamise”  ou o cameo do Obelix na B.D. “Top 10”.

Poucas coisas me dão mais gozo que sentar-me em frente duma folha em branco e criar um universo de raiz, deliciando-me a inventar os mais ínfimos pormenores, desde o tipo de roupas ao formato das janelas.
Fiz já algumas dezenas de comics desde 1995, quando encolhi os ombros e mergulhei no mundo da ilustração e BD a tempo inteiro. 
Trabalhei com e para todo o tipo de argumentistas e os meus favoritos são os pobres incautos que me dão rédea solta para brincar no seu universo.. 
A simples sugestão de um argumento magrinho em descrições e a minha musa solta logo um rosnar glutão.
Mas quando menos espero, por debaixo desde apetite pela planificação, lá começa a picar o bicho do improviso.
O que me traz aos webcomics que ás vezes gosto de largar pela internet.
“Silversparrow”, “Airla, Pollux & Adrian” ou “Lady of the Horde” têm em comum o facto de não terem tido argumento e não consigo nem descrever o gozo que isso me deu. 

Gosto da sensação do desconhecido, de inventar uma historia à medida que vou desenhando cada vinheta, às vezes sem a menor ideia de como a vou terminar. 
A única regra?
Não contradizer as pranchas já feitas. 
É como um jogo onde tento adivinhar de onde a próxima ideia irá surgir, para ser apanhado de surpresa por outra vinda do nada. 
Há batota envolvida, pois muitas vezes uso a plateia como uma vara para me equilibrar na corda bamba. 
Mas é essa pausa para “ler” os meus leitores e tentar adivinhar o que lhes vai nas almas e como os apanhar de surpresa que me faz sentir como um artista de improviso.
Viva a internet!"

Para conhecerem mais sobre o trabalho do Eliseu visitem aqui








Sleepers around the world













Romain Philippon é um fotógrafo francês, que vive e trabalha no Oceano Índico.
Os seus principais temas fotográficos são a condição humana, e a globalização do mundo onde gosta de inserir poesia.
"Unconsciusness" tornou-se um famoso livro de fotografia e que é descrito por Romain como: 
"Um projecto a longo prazo sobre o mundo fotográfico nas ruas.
As pessoas que aparecem não são mendigos mas sim trabalhadores normais na nossa sociedade moderna.
Podem encontrar aqui algumas pessoas a dormir dormindo Índia, Sudeste Asiático, América do Sul e Europa. Ou talvez encontre somente pessoas a sonhar"

Para ficarem a conhecer mais sobre o trabalho deste fotógrafo visitem o site