ACMA | Descobre um Hobbie que te preencha e torna-o num Hábito Feliz



Uma das coisas que ao longo destes quase 7 anos de Lolly Taste sempre gostei na blogosfera são as partilhas e parcerias genuínas entre blogs e que, com o passar dos anos, comecei a sentir que se foram perdendo. Portanto, assim que descobri o ACMA (A Cultura Mora Aqui), que tem como objectivo reunir um grupo de diferentes bloggers a debater um tema mensal procurando enquadrá-lo dentro do seu próprio registo, os meus olhos brilharam.

Ora, eu quis logo alinhar nisto. Não só porque adoro escrever mas também porque me permite conhecer novos projectos. E não é que na minha estreia no ACMA o tema não poderia ser melhor?

Hobbies: é exactamente sobre isso que vos irei escrever hoje e, se vamos falar de Hobbies, vou ter de falar daquele que é provavelmente o Hobbie a que mais me dedico, o desporto, e, acima de tudo, dar-vos algumas dicas de como tornar um Hobbie num hábito feliz.

O meu Sem Cojones e já agora...Sem Perna!



Creio que nesta altura do campeonato, já toda a gente tenha ouvido falar sobre o maravilhoso livro da Helena Magalhães  - Diz-lhe que não - que já esgotou em algumas livrarias e que é daqueles livros que se consomem de uma vez só de tão divertido que é. 

Eu comprei o livro no dia a seguir a ter saído e demorei uns 2 dias a terminar, porque cada página que avançava, mais vontade me dava de continuar a ler todas aquelas histórias que sendo divertidas, trazem várias lições para a vida. Entretanto, depois de o ter comprado, falei dele à minha mãe e ela mostrou-se logo interessada em lê-lo.

Uma das coisas que sempre admirei na minha mãe foi o seu gosto pela leitura, ela consome livros a uma velocidade brutal e desde muito pequena que me incutiu esse gosto, comprando-me livros frequentemente e incentivando-me a ler bastante nos meus tempos livres, portanto assim que acabei o Diz-lhe que Não e estando ela a terminar um outro livro que andava a ler, lá lhe passei o testemunho.

Ama-te ainda mais com a ajuda da Body Hut



A semana passada a convite da Body Hut fui conhecer este novo espaço que abriu em Carcavelos e experimentar uma massagem e assumo com todo o meu coração, que mal terminei apaixonei-me por todo o conceito.

Massagens quem não gosta? Quem me conhece sabe que eu sou a louca das massagens, eu e ele fazemos regularmente massagens a dois e temos até uma tradição engraçada de fazer uma massagem especificamente no dia 31 de dezembro. Foi algo que começou por brincadeira e agora é uma espécie de tradição que nem que seja pela ideia de libertar o corpo das más energias já vale a pena.

Tirando as massagens de relaxamento, eu adoro massagens de estética, acho que quando bem feitas e aliadas a um bom treino e alimentação são uma excelente ajuda e falei-vos inclusive o ano passado, sobre uma série de tratamentos que fiz como ajudinha extra para o Verão.

Passatempo Kit Saudável Vita 33



Pois é, passatempo no ar :)
E se ontem vos dei dicas de como combater a gula, hoje em parceria com a Vita 33, trazemo-vos um passatempo que vos vai ajudar a manter esses cravings bem longe.

E o que é que vão poder ganhar?

1 embalagem de 500gr de aveia com proteina vegetal sabor de mirtilo
1 embalagem de snack cacau e coco composta por várias sementes
1 embalagem de pão tipo tosta com sabor a cebola e alho
1 barrinha brownie de amendoim 
1 saqueta de amazing grass antioxidante sabor de Açai
2 embalagens com hambúrgueres de cogumelos e pimento. 

Todos estes produtos são adequados a vegetarianos.

4 sugestões para combater a gula


A gula é capaz de ser o meu maior pecado capital. Sempre fui gulosa desde que me conheço, mesmo quando era mais miúda e era um verdadeiro pau de virar tripas, perdia a cabeça por doces e salgados, entretanto os anos foram avançando, eu fui engordando e a minha gula também aumentou.

Eu comia muito, lembro-me de estar para aí no 6ºano e ter uma tradição com uma amiga de comer todos os dias a meio da manhã um bolo chamado delícia que era nada mais nada menos, do que uma espécie de mil folhas mas com doce de ovos no meio e açúcar em pó por cima e todos os dias marchava um destes, mas se ela era magra naturalmente, eu não era e isto ainda agravou mais o meu aumento de peso na adolescência. 

Quando comecei a ter noção do meu peso passei a comer às escondidas, comia muitos chocolates, bolachas e gomas que comprava no supermercado e depois escondia as provas do "crime" dentro do meu armário ou num sítio, onde a minha mãe não pudesse ver para não me chatear com a quantidade de porcarias que eu comia, mas muitas vezes eu esquecia-me das coisas e ela acabava por descobrir.

5 benefícios de adoptar um animal adulto

Robin 3 anos e Luke 5 meses adoptados por mim em Dezembro de 2016

Adoptar com responsabilidade é um acto de amor, assim simples e directo é esta a melhor forma para descrever a decisão de salvar uma vida que nunca conheceu uma casa ou que conheceu mas que foi completamente descartada porque já não combinava com a decoração lá em casa ou porque simplesmente deixou de ter a graça que tinha porque cresceu. 

Eu amo animais de coração e na UPPA todas as adopções me deixam sempre com o coração feliz mas confesso-vos que quando há um adulto que é adoptado eu fico com uma esperança redobrada no ser humano e lembro-me que uma das adopções que mais me marcou foi exactamente a do meu ex. afilhado Lord que já tinha sido adoptado e devolvido, que é um cão maravilhoso com uma energia incrível e sem ninguém prever alguém se apaixonou por ele, sem olhar para a idade ou para o facto de não ser propriamente o Brad Pitt dos cães e lhe deu a vida que ele merece. 

Por estar directamente ligada à UPPA há quase 4 anos acabo por conhecer todos os cães e muitas vezes quando lá vou e vejo patudos incríveis, com personalidades doces, meigas e sempre com aquele olhar carinhoso à nossa espera não entendo como é que muitos deles continuam por lá só porque alguém acha que já passou o prazo de validade. 

As desculpas para não se adoptar adultos são muitas, há quem diga que bebés são mais fáceis de educar, que vão gostar mais de vocês, que é mais fácil criar ligação e no caso dos gatos há pessoas a acharem que é mais fácil moldar a personalidade, o que acaba por me dar vontade de rir porque quem acha que consegue moldar a personalidade de um gato ou de um cão devia adoptar um tamagochi. 

Eu adoptei um adulto (com FIV) e um bebé, uma espécie de dupla Ying/Yang que me tem ensinado muito nesta coisa de ter dois opostos com idades tão diferentes numa casa e por isso decidi partilhar com vocês 5 razões para considerarem a adopção de um animal adulto.